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Após liminar, funcionários liberam centro de cartas e encomendas em Indaiatuba

Funcionários dos Correios que ocupavam o Centro de Tratamento de Cartas e Encomendas (CTCE) de Indaiatuba (SP) liberaram a unidade neste domingo (30). A desocupação do local aconteceu após uma decisão da Justiça do Trabalho em Campinas (SP), que concedeu uma liminar aos Correios onde determina ao sindicato dos funcionários da categoria na região (Sintect-Cas) que não realize bloqueios em acessos das centrais da empresa. A decisão é provisória e cabe recurso.

Segundo informações do sindicato da categoria (Sintect-Cas), apuradas pela EPTV, afiliada da TV Globo, um oficial de Justiça esteve no local durante a tarde e avisou que seria feita a desocupação. A Polícia Militar também esteve na unidade, que foi desocupada antes do início da noite. Ainda de acordo com o sindicato, cerca de 100 funcionários estavam no local. Por nota, os Correios afirmaram que "durante o período em que o Centro esteve bloqueado pelo sindicato, quase 1 milhão de objetos postais ficaram retidos, entre insumos de saúde, encomendas e cartas".

"Os Correios reiteram que aguardam o julgamento do Dissídio de Greve pelo Tribunal Superior do Trabalho, para colocar fim ao impasse, que prejudica toda a população brasileira. Vale ressaltar que a empresa tem preservado empregos, salários e todos os direitos previstos na CLT, bem como outros benefícios do seu efetivo", diz a nota. A unidade em Indaiatuba estava ocupada desde a quarta-feira (26). A liminar, concedida pela Justiça neste sábado (29), vale para a área de atuação do Sintect-Cas e impõe multa de R$ 50 mil, a ser revertida ao Fundo de Amparo ao Trabalhador, em caso de descumprimento.

A Justiça, contudo, negou o pedido para que a liminar tivesse validade em todo Estado, por causa da atuação restrita da entidade. Antes desta decisão, os Correios ajuizaram uma decisão que foi negada pela Justiça de Indaiatuba. Posicionamento dos Correios

Neste sábado (29), foi concedida liminar que impede o bloqueio de unidades dos Correios na região de Campinas (SP), entre elas, o Centro de Tratamento de Cartas e Encomendas localizado em Indaiatuba. Durante o período em que o Centro esteve bloqueado pelo sindicato, quase 1 milhão de objetos postais ficaram retidos, entre insumos de saúde, encomendas e cartas.

É lamentável que poucos representantes sindicais sejam responsáveis por prejuízos irreparáveis à sociedade, aos empreendedores e à empresa.

Os Correios reiteram que aguardam o julgamento do Dissídio de Greve pelo Tribunal Superior do Trabalho, para colocar fim ao impasse, que prejudica toda a população brasileira. Vale ressaltar que a empresa tem preservado empregos, salários e todos os direitos previstos na CLT, bem como outros benefícios do seu efetivo.

A estatal permanece servindo à população e trabalhando para minimizar os efeitos da paralisação parcial dos empregados. Neste fim de semana, mutirões de entregas acontecem novamente em todo o país, medida que faz parte do plano de contingência dos Correios e objetiva minimizar os impactos causados pela paralisação parcial. Outras ações - como o apoio dos empregados da área administrativa para auxiliar na operação e o remanejamento de veículos -, também estão sendo adotadas.

A iniciativa demonstra o compromisso dos Correios com a qualidade operacional e com os clientes, neste momento em que os serviços de logística são ainda mais essenciais aos brasileiros. (Fonte: G1)

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